Cuando no nos nombran (II): identidad, herida y espiritualidad del descenso

Cuando algo impacta en esa zona muchas veces poco explorada (lo más hondo de nuestra identidad y, en el caso de los ministros ordenados, la comprensión misma del ministerio recibido), no estamos ante un problema menor. Estamos ante un lugar teológico. Lo que incomoda puede convertirse en revelación, si sabemos escucharlo.

La escucha, el diálogo, la oración compartida no son estrategias; son camino. Eso es la sinodalidad: aceptar que no hemos llegado todavía y que la meta no es otra que el Amor incondicional que siempre ha sostenido nuestro caminar y que un día experimentaremos plenamente. Ese Amor tiene rostro. Es el corazón grande de Cristo, que en la mesa compartida de aquel primer Jueves Santo nos dejó una misión: hacer de la propia vida diaconía.

La cuestión decisiva

En mi artículo anterior, Cuando no nos nombran, dejé abiertas algunas preguntas que no quiero eludir. La primera podría formularse así: identidad o visibilidad. Que el diaconado sea explícitamente nombrado, puede vivirse como reconocimiento. Y lo es. Nadie debería banalizarlo. Pero la cuestión decisiva no es esa. La cuestión es otra: ¿de qué depende nuestra identidad? ¿De que nos nombren… o de Aquel que nos llamó?

Si el ministerio necesita visibilidad para sostenerse, quizá todavía no hemos descendido lo suficiente. Aquí aparece una herida que no siempre sabemos nombrar. El diaconado permanente sigue siendo percibido en algunos contextos como un ministerio incompleto, casi una antesala. Y, sin embargo, la Iglesia ya se ha pronunciado con claridad. El Concilio Vaticano II restauró el diaconado como grado propio y permanente del sacramento del Orden (cf. ‘Lumen Gentium’, 29). No es un presbiterado inacabado ni un ministerio de transición. Es configuración sacramental específica con Cristo Siervo. El ‘Catecismo de la Iglesia católica’ (1554; 1570) recuerda que los tres grados participan “cada uno a su modo” del único sacerdocio de Cristo. A su modo significa con plenitud propia, no por delegación ni por defecto.

Al diaconado no le falta nada. Lo que a veces falta es recepción eclesial serena de lo que la Iglesia ya ha definido. De esa herida brotan dos tentaciones: la reivindicación permanente o la resignación silenciosa. La primera puede volverse amarga; la segunda, estéril. Existe un tercer camino, más estrecho y menos brillante: asumir la minoridad como lugar evangélico. No como carencia, sino como participación en el descenso de Cristo

Cuando algo impacta en esa zona muchas veces poco explorada (lo más hondo de nuestra identidad y, en el caso de los ministros ordenados, la comprensión misma del ministerio recibido), no estamos ante un problema menor. Estamos ante un lugar teológico. Lo que incomoda puede convertirse en revelación, si sabemos escucharlo.

La escucha, el diálogo, la oración compartida no son estrategias; son camino. Eso es la sinodalidad: aceptar que no hemos llegado todavía y que la meta no es otra que el Amor incondicional que siempre ha sostenido nuestro caminar y que un día experimentaremos plenamente. Ese Amor tiene rostro. Es el corazón grande de Cristo, que en la mesa compartida de aquel primer Jueves Santo nos dejó una misión: hacer de la propia vida diaconía.

La cuestión decisiva

En mi artículo anterior, Cuando no nos nombran, dejé abiertas algunas preguntas que no quiero eludir. La primera podría formularse así: identidad o visibilidad. Que el diaconado sea explícitamente nombrado, puede vivirse como reconocimiento. Y lo es. Nadie debería banalizarlo. Pero la cuestión decisiva no es esa. La cuestión es otra: ¿de qué depende nuestra identidad? ¿De que nos nombren… o de Aquel que nos llamó?

Si el ministerio necesita visibilidad para sostenerse, quizá todavía no hemos descendido lo suficiente. Aquí aparece una herida que no siempre sabemos nombrar. El diaconado permanente sigue siendo percibido en algunos contextos como un ministerio incompleto, casi una antesala. Y, sin embargo, la Iglesia ya se ha pronunciado con claridad. El Concilio Vaticano II restauró el diaconado como grado propio y permanente del sacramento del Orden (cf. ‘Lumen Gentium’, 29). No es un presbiterado inacabado ni un ministerio de transición. Es configuración sacramental específica con Cristo Siervo. El ‘Catecismo de la Iglesia católica’ (1554; 1570) recuerda que los tres grados participan “cada uno a su modo” del único sacerdocio de Cristo. A su modo significa con plenitud propia, no por delegación ni por defecto.

Al diaconado no le falta nada. Lo que a veces falta es recepción eclesial serena de lo que la Iglesia ya ha definido. De esa herida brotan dos tentaciones: la reivindicación permanente o la resignación silenciosa. La primera puede volverse amarga; la segunda, estéril. Existe un tercer camino, más estrecho y menos brillante: asumir la minoridad como lugar evangélico. No como carencia, sino como participación en el descenso de Cristo.

 

 

algo impacta essa área muitas vezes pouco explorada (o mais profundo de nossa identidade e, no caso dos ministros ordenados, a própria compreensão do ministério recebido), não estamos diante de um problema menor. Estamos diante de um lugar teológico. O que incomoda pode se tornar uma revelação, se soubermos ouvi-lo.

A escuta, o diálogo, a oração compartilhada não são estratégias; são caminho. Essa é a sinodalidade: aceitar que ainda não chegamos e que o objetivo não é outro senão o Amor incondicional que sempre sustentou nosso caminho e que um dia experimentaremos plenamente. Esse Amor tem um rosto. É o grande coração de Cristo, que na mesa compartilhada daquela primeira Quinta-feira Santa nos deixou uma missão: fazer da própria vida diaconia.

A questão decisiva

No meu artigo anterior, Quando não somos nomeados, deixei em aberto algumas perguntas que não quero evitar. A primeira poderia ser formulada assim: identidade ou visibilidade. Que o diaconado seja explicitamente nomeado, pode ser vivido como reconhecimento. E é. Ninguém deveria banalizar isso. Mas a questão decisiva não é essa. A questão é outra: de que depende a nossa identidade? Que nos nomeiem… ou Aquele que nos chamou?

Se o ministério precisa de visibilidade para se sustentar, talvez ainda não tenhamos descido o suficiente. Aqui aparece uma ferida que nem sempre sabemos nomear. O diaconado permanente ainda é percebido em alguns contextos como um ministério incompleto, quase uma antecâmara. E, no entanto, a Igreja já se pronunciou com clareza. O Concílio Vaticano II restaurou o diaconado como grau próprio e permanente do sacramento da Ordem (cf. ‘Lumen Gentium’, 29). Não é um presbitado inacabado nem um ministério de transição. É configuração sacramental específica com Cristo Servo. O ‘Catecismo da Igreja Católica’ (1554; 1570) lembra que os três graus participam “cada um à sua maneira” do único sacerdócio de Cristo. À sua maneira significa com plenitude própria, não por delegação nem por defeito.

Não falta nada ao diaconado. O que às vezes falta é a recepção eclesial serena do que a Igreja já definiu. Dessa ferida brotam duas tentações: a reivindicação permanente ou a resignação silenciosa. A primeira pode se tornar amarga; a segunda, estéril. Há um terceiro caminho, mais estreito e menos brilhante: assumir a minoria como um lugar evangélico. Não como carência, mas como participação na descida de Cristo

Quando algo impacta essa área muitas vezes pouco explorada (o mais profundo de nossa identidade e, no caso dos ministros ordenados, a própria compreensão do ministério recebido), não estamos diante de um problema menor. Estamos diante de um lugar teológico. O que incomoda pode se tornar uma revelação, se soubermos ouvi-lo.

A escuta, o diálogo, a oração compartilhada não são estratégias; são caminho. Essa é a sinodalidade: aceitar que ainda não chegamos e que o objetivo não é outro senão o Amor incondicional que sempre sustentou nosso caminho e que um dia experimentaremos plenamente. Esse Amor tem um rosto. É o grande coração de Cristo, que na mesa compartilhada daquela primeira Quinta-feira Santa nos deixou uma missão: fazer da própria vida diaconia.

A questão decisiva

No meu artigo anterior, Quando não somos nomeados, deixei em aberto algumas perguntas que não quero evitar. A primeira poderia ser formulada assim: identidade ou visibilidade. Que o diaconado seja explicitamente nomeado, pode ser vivido como reconhecimento. E é. Ninguém deveria banalizar isso. Mas a questão decisiva não é essa. A questão é outra: de que depende a nossa identidade? Que nos nomeiem… ou Aquele que nos chamou?

Se o ministério precisa de visibilidade para se sustentar, talvez ainda não tenhamos descido o suficiente. Aqui aparece uma ferida que nem sempre sabemos nomear. O diaconado permanente ainda é percebido em alguns contextos como um ministério incompleto, quase uma antecâmara. E, no entanto, a Igreja já se pronunciou com clareza. O Concílio Vaticano II restaurou o diaconado como grau próprio e permanente do sacramento da Ordem (cf. ‘Lumen Gentium’, 29). Não é um presbitado inacabado nem um ministério de transição. É configuração sacramental específica com Cristo Servo. O ‘Catecismo da Igreja Católica’ (1554; 1570) lembra que os três graus participam “cada um à sua maneira” do único sacerdócio de Cristo. À sua maneira significa com plenitude própria, não por delegação nem por defeito.

Não falta nada ao diaconado. O que às vezes falta é a recepção eclesial serena do que a Igreja já definiu. Dessa ferida brotam duas tentações: a reivindicação permanente ou a resignação silenciosa. A primeira pode se tornar amarga; a segunda, estéril. Há um terceiro caminho, mais estreito e menos brilhante: assumir a minoria como um lugar evangélico. Não como carência, mas como participação na descida de Cristo.