Estola cruzada

Recogido de Religión Digital

Acaba de publicarse Estola Cruzada, editado por Ediciones Palabra y prologado por el cardenal José Cobo. «La obra nace con el deseo de dar a conocer el diaconado permanente, un ministerio cada vez más presente y necesario en la Iglesia de nuestros días», afirma el autor, Francisco José García-Roca López, diácono permanente de la Archidiócesis de Madrid desde 2006.

El principal objetivo del libro «es acercar al lector una realidad que todavía sigue siendo poco conocida». Aunque el diaconado permanente está presente en prácticamente todas las diócesis españolas, el reducido número de diáconos —algo más de 600 en toda España— hace que «este ministerio continúe siendo desconocido para muchos fieles», apunta.

Asimismo, el libro dedica varios capítulos a la figura del diácono casado y su vida familiar, así como a la promoción de las vocaciones al diaconado permanente. En este sentido, destaca «la importancia del compromiso de obispos y párrocos para suscitar nuevas vocaciones, especialmente entre los hombres jóvenes que reúnan las condiciones para responder a esta llamada».

Acaba de ser publicado Estola Cruzada, editado pela Ediciones Palabra e prefaciado pelo cardeal José Cobo. «A obra nasce com o desejo de dar a conhecer o diaconado permanente, um ministério cada vez mais presente e necessário na Igreja dos nossos dias», afirma o autor, Francisco José García-Roca López, diácono permanente da Arquidiocese de Madrid desde 2006.

O principal objetivo do livro «é aproximar o leitor de uma realidade que continua ainda a ser pouco conhecida». Embora o diaconado permanente esteja presente em praticamente todas as dioceses espanholas, o reduzido número de diáconos — pouco mais de 600 em toda a Espanha — faz com que «este ministério continue a ser desconhecido por muitos fiéis», assinala.

Com este propósito, Estola Cruzada aprofunda a história do diaconado desde as suas origens apostólicas, com a eleição dos sete narrada nos Atos dos Apóstolos. A obra analisa também os períodos de maior esplendor deste ministério, o longo período em que ficou reduzido a uma etapa prévia ao sacerdócio e a sua recuperação após o Concílio Vaticano II, quando os padres conciliares quiseram regressar às origens da Igreja e restaurá-lo como um ministério próprio e permanente.

Além disso, o livro dedica vários capítulos à figura do diácono casado e à sua vida familiar, bem como à promoção das vocações para o diaconado permanente. Neste sentido, destaca «a importância do compromisso dos bispos e dos párocos para suscitar novas vocações, especialmente entre os homens jovens que reúnam as condições para responder a este chamamento».