17 de Mayo por un mundo sin LGTBIQ+ fobia

17 de mayo por un mundo sin LGTBIQ+ fobia. —17 de maio por um mundo sem fobia LGTBIQ+

Un año más, el 17 de mayo se celebra el día mundial contra la LGTBIQ+ fobia. Otro año más hay que recordar que en este mundo hay millones de personas que son incapaces de aceptar la diversidad de género y siguen potenciando, con sus discursos de odio, la discriminación de un colectivo de personas que sufren las consecuencias de estos. En España el 14% se declaran no heteros.

Ciertamente que corren malos tiempos, vemos como en el mundo poco a poco la ola de la ultraderecha invade, como tsunami, las costas de la tolerancia. Los ultraconservadores, en todos los ámbitos de la sociedad, de nuevo repiten discursos que creíamos ya superados y se quiere imponer de nuevo una visión patriarcal y binaria del ser humano.

Y de nuevo la mentira se impone con sus bulos, sus ideologías y con la violencia que hoy se ejerce con los medios tecnológicos, de los que son dueños los poderosos de la tierra que se enriquecen con el sufrimiento humano.

Pero de nuevo llega el 17 de mayo, que nos recuerda a los cristianos y especialmente a los diáconos que los favoritos del Dios de Jesús son las personas que son apartadas o desalojadas de los caminos y sufren el dolor de la persecución* y en muchas de los casos, la invisibilidad o la intolerancia.

Los diáconos deberíamos ser constructores de puentes para que esas personas puedan de nuevo entrar en el camino de la dignidad que como seres humanos tienen. Si tenemos que servir en las periferias, esta es una de la más sangrante a nivel mundial. No podemos participar, muchas veces con un silencio cómplice, de la discriminación y persecución de las personas LGTBIQ+.

El otro día en la reunión que tengo todas las semanas con un grupo de mujeres mayores, la más mayor ronda ya a sobrepasado los 90 años y al hablar de este tema decía con la sencillez “de su fe sencilla” si todos somos hijos de Dios y hermanos ¿Por qué les tratan así? ¡Son buenas persona!”.

Hemos estudiado mucha teología, sabemos mucho de normas y leyes humanas y divinas sin olvidar las líneas rojas de las rubricas… Pero no nos haría mejores diáconos escuchar la “fe sencilla” que quizás no sabe de teologías, pero sabe muy bien lo que es estar cerca del Dios que ama y las acompaña en su vejez.

Os invito desde estas líneas que los 17 de mayo en nuestras oraciones y celebraciones recordemos a este colectivo LGTBIQ+ que sigue marginado y perseguido en un mundo que por desgracia necesita celebrar un día internacional contra la LGTBIQ+ fobia.

El corazón de Dios es multicolor, como es su maravillosa creación y que nos dijo  “que todo era bueno”

*Datos de Internet:

Penas y Criminalización Global (Datos actualizados a 2026):

Criminalización general: Al menos 64 de los 193 Estados miembros de la ONU siguen penalizando por ley las relaciones entre personas homosexuales.

Pena de Muerte: En siete países, las relaciones homosexuales se castigan con la pena de muerte.

Prisión y Cadena Perpetua: Unos 33 países castigan la homosexualidad con penas de prisión, mientras que en otros seis Estados puede llegar a cadena perpetua.

Penas Físicas y Legales: Además de la cárcel, en muchos lugares se aplican castigos físicos, y en 16 países la homosexualidad es ilegal específicamente para los hombres.

Distribución Geográfica y Contexto:

África: Más de la mitad de los países del continente criminalizan la homosexualidad.

Asia y Medio Oriente: Países como Afganistán, Irán, Arabia Saudita, Pakistán y Yemen mantienen legislaciones muy severas.

El mes pasado Senegal aprobó una ley  que pena con hasta 10 años de cárcel la homosexualidad.


 

Um ano, no dia 17 de maio é comemorado o dia mundial contra a fobia LGTBIQ+. Mais um ano devemos lembrar que neste mundo existem milhões de pessoas que são incapazes de aceitar a diversidade de gênero e continuam potencializando, com seus discursos de ódio, a discriminação de um grupo de pessoas que sofrem as consequências destes. Na Espanha, 14% se declaram não heterossexuais.

Certamente que são tempos ruins, vemos como no mundo pouco a pouco a onda da extrema direita invade, como um tsunami, as costas da tolerância. Os ultraconservadores, em todos os âmbitos da sociedade, repetem novamente discursos que pensávamos já ultrapassados e se quer impor novamente uma visão patriarcal e binária do ser humano.

E novamente a mentira se impõe com seus embustes, suas ideologias e com a violência que hoje se exerce com os meios tecnológicos, dos quais são donos os poderosos da terra que se enriquecem com o sofrimento humano.

Mas novamente vem o 17 de maio, que lembra a nós cristãos e especialmente aos diáconos que os favoritos do Deus de Jesus são as pessoas que são afastadas ou despejadas dos caminhos e sofrem a dor da perseguição* e em muitos dos casos, a invisibilidade ou a intolerância.

Nós diáconos deveríamos ser construtores de pontes para que essas pessoas possam entrar novamente no caminho da dignidade que como seres humanos têm. Se tivermos que servir nas periferias, esta é uma das mais sangrentas do mundo. Não podemos participar, muitas vezes com um silêncio cúmplice, da discriminação e perseguição das pessoas LGTBIQ+.

Outro dia na reunião que tenho todas as semanas com um grupo de mulheres mais velhas, a mais velha já passou dos 90 anos e ao falar sobre esse assunto disse com a simplicidade «de sua fé simples» se somos todos filhos de Deus e irmãos Por que os tratam assim? São boas pessoas!”.

Estudamos muita teologia, sabemos muito sobre normas e leis humanas e divinas sem esquecer as linhas vermelhas das rubricas… Mas não nos faria melhor diáconos ouvir a “fé simples” que talvez não conhece teologias, mas sabe muito bem o que é estar perto do Deus que as ama e as acompanha em sua velhice.

Convido você a partir destas linhas que no dia 17 de maio em nossas orações e celebrações lembremos este coletivo LGTBIQ+ que continua marginalizado e perseguido em um mundo que infelizmente precisa celebrar um dia internacional contra a fobia LGTBIQ+.

O coração de Deus é multicolorido, como é sua maravilhosa criação e que nos disse “que tudo era bom”

*Dados da Internet:

Penas e Criminalização Global (Dados atualizados para 2026):

Criminalização geral: Pelo menos 64 dos 193 estados membros da ONU continuam a criminalizar por lei as relações entre pessoas homossexuais.

Pena de morte: Em sete países, as relações homossexuais são punidas com a pena de morte.

Prisão e prisão perpétua: Cerca de 33 países punem a homossexualidade com penas de prisão, enquanto em outros seis estados pode chegar à prisão perpétua.

Penas físicas e legais: Além da prisão, as punições físicas são aplicadas em muitos lugares, e em 16 países a homossexualidade é ilegal especificamente para os homens.

Distribuição Geográfica e Contexto:

África: Mais da metade dos países do continente criminalizam a homossexualidade.

Ásia e Oriente Médio: Países como Afeganistão, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Iêmen mantêm legislações muito rígidas.

No mês passado, o Senegal aprovou uma lei que pune a homossexualidade com até 10 anos de prisão.