DIMENSÃO HUMANO-AFETIVA FOI TEMA DE ENCONTRO DE FORMAÇÃO DA CRD NE 2, BRASIL

 

O encontro de formação realizado pela Equipe Regional de Assessoria Pedagógica (ERAP), da Comissão Regional dos Diáconos do Regional Nordeste 2 (CRD NE 2), via googlemett, sobre “A Dimensão Humano-Afetiva da Família”, contou com a participação de 45 diáconos e respectivas esposas, residentes e incardinados nas dioceses e arquidioceses de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O tema foi abordado pelo casal Diácono Edmar de Araújo Conrado e a esposa, Paula Frassinete, e pelo Padre Marcial Maçaneiro, Deoniano, de Brusque, Santa Catarina, Doutor em Teologia, pela PUC do Paraná.

O casal Diác. Edmar e Paula falou sobre a experiência familiar e de vida engajada nas pastorais da paróquia em que atuam, e sobre a vivência de princípios como a prática da misericórdia, da paciência, da fidelidade e da caridade para com os pobres. “Não foi difícil acompanhá-lo porque também tenho sede de Deus e me envolvi com a catequese”, disse Paula. Ela acrescentou que viveu um momento difícil, quando uma pessoa a tratou mal, e buscou conforto na Bíblia. “Eu perguntei: Senhor, o que faço? E, na página seguinte à que eu estava lendo, encontrei a resposta, num dos versículos: “Por que me procura, se não faz o que eu digo: amai os vossos inimigos”, relatou Paula e, a partir daí, superou as dificuldades.

O Padre Marcial disse que o tema fazia parte da experiência de vida dele e da família. “Sou filho de um casal diaconal. Meu Pai preparou-se para a ordenação diaconal, mas enfrentou problemas de saúde, teve que se submeter a uma cirurgia e, depois de se recuperar, não mais quis se ordenado. É diácono de fato, mas não de direito. Ele continuou fazendo as obras de caridade e exercendo os ministérios do Batismo e do Matrimônio” relatou o Pe. Marcial. Em sua fala, ele abordou questões como o surgimento das fragilidades nos relacionamentos humanos, o humor dos momentos de alegria, as obras de misericórdia, e chamou a atenção para a função primordial da família na formação das novas gerações. “Não tem seminário que substitua uma família”, disse. Ele ainda abordou vários outros aspectos dos processos de formação, referentes ao presente e ao passado, na caminhada da Igreja. No final, houve momentos rápidos de partilha com os participantes.

Foto/print: José Bezerra

Fonte:cnd-org-br

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