NÃO PODEMOS ESPERAR MAIS!

Não podemos esperar mais, a Terra não pode esperar mais. Reconciliação, já! Abordamos tantas questões, levamos tanto tempo em estudos e mais estudos, que produzem reuniões e mais reuniões, sobre todos os problemas. Mas eles são imediatos, ou paramos para fazer todos os estudos, e não chegamos ao fim de nada, ou os nossos meninos e as nossas meninas, perdem mesmo a paciência. Não existe melhor aliado que o papa Francisco em todas as questões – não desprezando a lucidez, de tantos não-católicos romanos, que vão vem à frente, guiados pelos Espírito do Senhor -, as suas palavras, atos e ações, não deixam nenhuma dúvida do caminho a seguir. A indignação e desobediência a “tradiçõezitas”, que não revelam a sagacidade do Jesus que confessamos, é sintomático da grande aventura profética que temos no Caminho, na Verdade e na Vida. As nossas vidas estão tão distantes do que Jesus faria hoje, e aqui, que ainda não compreendemos porque ele pegou no chicote e defendeu o templo do Senhor, e hoje o Cosmos, a Terra e cada um de nós somos templos do Senhor. Templos que têm que caminhar no sentido do Amor e da Misericórdia.

Assistimos na passada sexta-feira a uma ação profética dos estudantes – dos mais pequeninos até mais grandes -, ao saírem à rua e aos milhares defenderem o planeta. “A Terra não se Enterra”, dizia um desses cartazes, feitos à mão em pedaços de cartão. Uma lição sublime para os habitantes do planeta e, mais concretamente, para os cristãos e as cristãs. Até acho que estas manifestações e greves são muito “bem-comportadas”, mas gritam, cantam e dançam porque querem Vida, que não se submeta aos números da “economia que mata”. Não quero dar conselhos, mas eu não era tão bem “comportado” como eles nas suas idades. A defesa da Criação, do nosso Planeta e do Cosmos, merece sair pelas ruas e desafiar aqueles que detêm os poderes sejam eles que de natureza for!

Gostava de ver as nossas crianças – algumas lá estiveram -, das nossas catequeses a brandirem as bandeiras por uma outra Humanidade. Como o papa Francisco escreveu na Laudato Si` – tão esquecida! -, e foi defendido Conferência de Uppsala de 1968, do Conselho Mundial de Igrejas. Pela Nossa Mãe Terra, tudo e Já!

Joaquim Armindo

Diácono da Diocese do Porto – Por

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