Algarve, Portugal: Bispo desafiou novo padre e diáconos permanentes a construir «unidade» na Igreja Católica

O bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, presidiu este domingo à ordenação de um sacerdote e quatro diáconos permanentes, que desafiou a trabalhar pela “edificação da unidade e da comunhão” na Igreja Católica.
“Nenhum diácono ou presbítero pode aproveitar-se do se ministério para apresentar a sua verdade, mas sim a verdade de Deus”, apontou o responsável, na homilia da celebração que decorreu na igreja de São Pedro do Mar, Quarteira.
“A credibilidade dos cristãos, em geral, e dos ministros da Igreja, em particular, depende da sua fidelidade ao Evangelho, que anunciam e da autenticidade no seu testemunho de Cristo”, acrescentou D. Manuel Quintas.
O prelado destacou a importância da “escuta” na vida da fé dos “ministros da Palavra”, particularmente no atual Ano Missionário que se vive em Portugal
“Ser ministros da Palavra, significa, antes do mais, uma dupla exigência: de a escutar como crentes, e de a assumir e anunciar, como suas testemunhas”, precisou.
Engenheiro civil de formação, António Moitinho de Almeida, da Paróquia de Santa Maria de Tavira, foi ordenado presbítero; com 32 anos de idade, está a estagiar nas Paróquias de Estoi e Santa Bárbara de Nexe.
Os diáconos permanentes são: António Valério Costa e João Pontes dos Santos, da Paróquia matriz de Portimão; João Chaves dos Santos, da Paróquia de Olhão; e Nuno Francisco, da Paróquia da Mexilhoeira Grande.
Os novos diáconos permanentes foram instituídos no ministério dos acólitos em novembro de 2018, depois de terem frequentado o Curso Básico de Teologia para agentes de pastoral realizado pela Diocese do Algarve, no seu Centro de Estudos e Formação de Leigos do Algarve (CEFLA), de 2015 até 2018.
“É um serviço da Igreja e para a Igreja e, através dela, para o mundo”, referiu D. D. Manuel Quintas, convidando a comunidade católica a não ver neste ministério uma espécie de “prémio”.
No final da Missa, o bispo do Algarve manifestou a alegria de toda a diocese, por este “dom” dos novos diáconos e do novo sacerdote.
“Um obrigado muito grande às vossas famílias”, declarou, dirigindo-se em particular às esposas dos diáconos permanentes.
O Concílio Vaticano II (1962-1965) restaurou o diaconado permanente, a que podem aceder homens casados (depois de terem completado 35 anos de idade), o que não acontece com o sacerdócio.
O diaconado exercido por candidatos ao sacerdócio só é concedido a homens solteiros.
Com origem grega, a palavra ‘diácono’ pode traduzir-se por servidor, e corresponde a alguém especialmente destinado na Igreja Católica às atividades caritativas, a anunciar a Bíblia e a exercer funções litúrgicas, como assistir o bispo e o padre nas missas, administrar o Batismo, presidir a casamentos e exéquias, entre outras funções.

FOnte: Ecclesia pt

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